DO ROMANTISMO DE
BRAHMS À MPB CLÁSSICA
Sobre a noite:

O ecletismo é uma benção, o que se prova nos elementos da música cigana de Brahms e nos clássicos da MPB. O que é clássico para você?

Johannes Brahms (1833-1897) usa e abusa de um tema cigano em seu quarteto para piano e cordas, e o nosso Heitor Villa-Lobos (1887-1959) brinca com a malemolência tipicamente brasileira adicionando-lhe pitadas de Johann Sebastian Bach em suas Bachianas Brasileiras. Tom Jobim, um olho no Jardim Botânico, outro no Cristo Redentor, arrisca melodias amplas e belas, flertando ao mesmo tempo com o popular e o erudito, como faz também com toques de gênio Kurt Weill. Este é o status abençoadamente eclético da música, onde cabem o forró de Luiz Gonzaga, o frevo frenético de Gilberto Gil e o xote de Nelson Ayres. De que música estamos falando? Da música de qualidade, sem fronteiras.

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São Paulo 17 e 18 de setembro, às 21h00 / Rio de Janeiro 16 de setembro, às 17h00.

Programa:

- H. Villa-Lobos - Ária da Bachianas Brasileiras nº 4.
  3º movimento, Ária ( Cantiga ).
- J. Brahms - Quarteto para piano e cordas nº1 em sol menor op. 25.
  Allegro/Allegro ma non troppo/Andante com moto / Rondo alla zingarese: Presto.
- Kurt Weill - Youkali para piano e solo.
- Kurt Weill - Je ne t’aime pas, para piano e solo.
- Tom Jobim - Saudades do Brasil.
- Luiz Gonzaga - Qui nem jiló.
- N. Ayres - Só xote.
- N. Ayres - Perto do coração.
- C. Buarque - Deus lhe pague.
- G. Gil - Frevo rasgado.

Onde:
Espaço Promon - Av. Juscelino Kubitschek,1830 - SP
Sala Cecília Meireles - Largo da Lapa, 47 - RJ

Janis
Vakarelis

piano (Grécia)

Nelson
Ayres

piano (Brasil)

Solistas
Personnalité

cordas (Brasil)